Visto Não-Imigrante
Visto E-2 — Investidor Tratado
⚠️ Brasil NÃO é país signatário do tratado E-2. Brasileiros só conseguem E-2 com dupla cidadania (Itália, Portugal, Espanha, França, etc.). Com o passaporte certo, é uma das melhores rotas — renovável indefinidamente, cônjuge trabalha, filhos estudam.

Brasil não é país signatário do tratado E-2
Esta é a primeira informação que você precisa entender — e a que a maioria dos sites em português esconde para te vender consultoria. Brasileiros não conseguem E-2 com passaporte brasileiro apenas.
A boa notícia
Se você tem dupla cidadania com um país signatário (Itália, Portugal, Espanha, França, Argentina, Paraguai, Japão e outros), o caminho é aberto. Muitos brasileiros descendentes de italianos, portugueses, espanhóis, japoneses ou alemães qualificam.
Países tratado E-2 com fluxo relevante para brasileiros
- Itália (jus sanguinis brasileiro→italiano comum)
- Portugal (lei sefardita, lei de naturalização simplificada)
- Espanha (lei de memória democrática, descendência sefardita)
- Argentina (Mercosul + descendência)
- Paraguai (binacionais frequentes em fronteira)
- Japão (descendência nipo-brasileira)
- Alemanha (descendência alemã, casos seletos)
- Suíça, França, Holanda, Reino Unido (raros mas possíveis)
Requisitos do E-2
- 1Cidadania de país tratado (precisa apresentar passaporte, não apenas certidão)
- 2Investimento substancial em empresa americana — sem mínimo legal, tipicamente US$ 100k+
- 3Investimento at risk — recursos efetivamente comprometidos, não promessa
- 4Empresa não-marginal — capacidade de gerar mais que sustento próprio (empregar americanos)
- 5Posição de direção e desenvolvimento — você dirige o negócio, não é empregado
- 6Intenção de partir ao fim do E-2 (não-imigrante — embora renovável indefinidamente)
Por que o E-2 é poderoso (para quem pode usá-lo)
- Renovável indefinidamente enquanto o negócio operar
- Cônjuge recebe autorização de trabalho (categoria E-2S) sem restrição
- Filhos podem estudar em escola pública
- Aprovação rápida (consular 2–4 meses tipicamente)
- Investimento menor que EB-5
E-2 não vira green card direto
E-2 é não-imigrante. Para virar green card depois, você precisa converter: EB-5 (US$ 800k+), EB-1C (se a empresa qualificar), EB-2 NIW (se perfil profissional justificar), ou casamento com cidadão americano.
Por isso
Planejar a saída do E-2 desde o dia 1 é parte da estratégia que entregamos.
Custo
| Item | Valor |
|---|---|
| Investimento mínimo prático | US$ 100.000+ |
| Taxa consular E-2 (DS-160 + entrevista) | US$ 315 |
| Honorários Pinho Law (E-2 completo) | US$ 5.500–8.500 |
| Estruturação da empresa americana | adicional, integrado |
Perguntas frequentes
Brasileiro pode tirar E-2?
Apenas com dupla cidadania de país signatário do tratado E-2 (Itália, Portugal, Espanha, Japão, França, Alemanha e outros). Com passaporte brasileiro apenas, não.
Como descubro se tenho direito a passaporte italiano/português?
Italianos: jus sanguinis sem limite de gerações se a linha não foi interrompida por naturalização. Portugueses: lei sefardita (suspensa em 2024 com restrições) ou lei de descendência simplificada para netos. Trabalhamos com escritórios parceiros no Brasil e Europa.
Quanto preciso investir?
Sem mínimo legal, mas tipicamente US$ 100k+. Investimentos menores aprovam, mas exigem documentação extra. Maiores reduzem risco de RFE.
E-2 vira green card?
Não diretamente. Você precisa converter para EB-5, EB-1C, EB-2 NIW ou casamento. Planejamos essa rota desde o início.
Posso renovar o E-2 para sempre?
Sim, enquanto o negócio operar genuinamente, gerar empregos americanos e você mantiver papel de direção/desenvolvimento.
Meu cônjuge pode trabalhar no E-2?
Sim. Cônjuges E-2 (categoria E-2S) recebem autorização de trabalho aberta, podendo trabalhar para qualquer empregador.
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